
O trauma é uma parte da sua história, mas não precisa ser o capítulo final. Permita-se reescrever o seu caminho.
Conte comigo!

Sua jornada de superação começa com um simples ato: buscar ajuda e acreditar na mudança.
Minha abordagem
EMDR: Reprocessamento e Desensibilização de Memórias Traumáticas


Márcio Camilo - CRP 09/19078
Psicólogo Clínico, especializado no tratamento de traumas, abusos, lutos complicados, padrões emocionais disfuncionais, autocrítica intensa, experiências de negligência e abandono, bem como sentimentos profundos de culpa e vergonha.
Atua também em casos de Transtornos de Personalidade, como o Borderline, e experiências dissociativas.
Quem sou eu?
Sou formado em Filosofia pela UFG e em Psicologia pela PUC-GO, com formação em Psicanálise e EMDR. O meu trabalho é ajudar cada paciente a compreender e transformar padrões emocionais repetitivos, muitas vezes ligados a experiências passadas de dor — traumas, perdas, rejeições — que continuam a influenciar o modo como vivemos e nos relacionamos hoje.
Como funciona as sessões?
As sessões têm como foco acessar e trabalhar cenas emocionais marcantes, promovendo o reprocessamento de memórias traumáticas que ainda afetam o presente.
Utilizo a abordagem EMDR, sempre de forma progressiva e segura, respeitando o seu ritmo e os objetivos terapêuticos definidos em conjunto.
O propósito é libertar o que ficou preso no passado para permitir uma vida emocional mais leve e integrada no presente.​
O que é a terapia EMDR?
O EMDR é uma abordagem terapêutica eficaz no reprocessamento de experiências difíceis que continuam a gerar sofrimento.
Através de estimulações bilaterais — movimentos oculares, sons ou toques alternados —, o cérebro é estimulado a reorganizar memórias e emoções, ajudando a reduzir o impacto de lembranças dolorosas.
Com isso, reações de ansiedade, medo ou culpa podem ser compreendidas, ressignificadas e transformadas.
Como funciona o EMDR?
Durante o processo, o paciente é convidado a revisitar lembranças ou situações incômodas de forma segura e controlada.
Enquanto isso, são aplicados os estímulos bilaterais, que favorecem uma nova integração emocional.
Com o tempo, as memórias perdem a intensidade negativa e o paciente passa a ter novas percepções sobre si mesmo e sobre o que viveu, abrindo espaço para o crescimento e a tranquilidade emocional.





